Maísa na Blogosfera

28 Novembro, 2007

Já fiquei pelada em Tambaba…

Arquivado em: Confissões, Dicas, Eu — Maisa Vasconcelos @ 3:35 pm

Não vou nem mentir. E gostei foi muito. Tem até foto para provar. Daqui pra findar esse texto decido se cabe ou não publicar. Mas o fato é que um post puxa outro. Escrevo agora motivada pelo “anúncio” de emprego nada convencional que o Roberto Maciel Luiz Carlos Carvalho publicou e que o Nonato repercutiu. Diz que a Prefeitura da cidade de Conde, na Paraíba, estaria recrutando INTERESSADOS em guiar jumentos carregadores de beldades PELADAS na dita praia em que perdi a vergonha e resolvi sair correndo areia afora, do jeitinho que papai do céu me fez chegar na rodoviária desse mundo.

Mal da internet, motivo de descrença e tal, minha preguiça me faz desistir de vasculhar sites para saber da veracidade do “anúncio”. Dito isso, para que ninguém me acuse de falar sem embasamento (ô palavrinha pôdi!), faço algumas considerações sobre:

  • Não é só mulher que tem que tirar a roupa para entrar no espaço reservado para nudismo, em Tambaba
  • Não está escrito no regulamento que para tirar a roupa tem que ser miss
  • Por mais que o selim seja ultra macio e descartável, convenhamos, andar pelada num jumento deve ser algo meio, digamos, nojento. De qualquer forma, voltando lá, sim eu voltarei, já levo na mala o meu próprio
  • E, para encerrar, aquilo lá tá mais para anúncio de filme pornô, , se bem que também podia ser folder de turismo pra gringo ver. Além de ser machista que nem presta, né

Mas o melhor de Tambaba pode ser vivido antes mesmo de chegar lá. Depende do seu nível de relaxamento, é claro. Se você vai dar uma de nudista de primeira viagem, aproveite para curtir a própria viagem. Esqueça a tensão olhando pela janela. Já faz um tempo que estive lá, mas acho que não mudou muito. As estradas são rodeadas de verde, os caminhos são bucólicos, há paradas bem bacanas com vendas de frutas da estação.

Uma vez lá, ainda dá tempo de decidir se tira ou não a roupa, já que há espaços distintos onde se pode apreciar a natureza vestido mesmo. Se decidir entrar, aí não, você deve ler o regulamento exposto na entrada e fazer valer o que aprendeu de pai e mãe. Nada de querer dar uma de esperto e sair fotografando ou filmando, que é batata a segurança encurtar sua viagem. Prepare-se para achar esquisito quando for horário de reposição de bebidas. Coisa do outro mundo ver os caras descarregando caixas de cerveja, vestidinhos da silva, enquanto você tenta dar uma de transparente. E trate de fazer amizade com as abelhinhas do lugar. Lembro que pirei de pensar numa ferroada delas. Já pensou? Nada de querer ficar de amassos, que não é permitido aquecimentos no lugar. Muito menos você deve ficar olhando fixamente para os possuídos dos outros. Acredita que meu acompanhante de aventura, um namorado, achou um piercing bem lá nas partes baixas de uma menina que vinha a quilômetros? E, não, meninas, os garçons não servem só de gravatinha borboleta. Para os meninos, bem, o melhor é pensar em tudo menos naquilo, né.

De resto, vale a pena dar-se esse presente. Se você tem mais tempo e dinheiro, dá para tentar hospedagem por lá. Se não, um dia já pode ser o suficiente. Correr livre pela praia, andar sem nada que lhe aperte, mudar o foco das tensões, esquecer das outras regras, e da vergonha, é algo necessário de vez em quando. Pena que a faixa de praia reservada para nudismo seja tão pequena.

Situe-se: Tambaba – Conde / PB, distante 30 km de João Pessoa. Acesso pela rodovia PB 008

Bloguês é outra coisa

Arquivado em: Estréia, Internet — Maisa Vasconcelos @ 1:52 pm

Economês, politiquês, cientifiquês, juridiquês, e outros muitos “ês” não citados aqui, acabam por entrar na caxola graças aos veículos de comunicação e a própria comunicação interpessoal. Quem não pega assim, que se vire em dicionário para destrinchar o palavrório de um sem número de profissionais já acostumados aos jargões. Normal. E se a pessoa sai da estatística dos excluídos digitais e, tcharam! consegue adentrar (isso é policialês) no fantástico mundo da Internet e criar o seu próprio blog? – Não pode ser diferente, tem que se rebolar no informatiquês- diria você. It’s wrong, baby. O felizardo, ou felizarda, terá que segurar, ou soltar, o tchan um tantinho mais, afinal só com o velho português não vai dar. Tá, o Brasil já está botando as manguinhas de fora e tal, há páginas disso e daquilo devidamente traduzidas e cheias de sugestões de berimbelos para pendurar nos blogs. Mas, só isso basta?

Já estava mais ou menos familiarizada com alguns termos, até já dei meus pulinhos em HTML lá no 3 Amigos, mas essa mudança para cá está me dando é um nó no juízo. Plugins, tags, Pagerank, backlink, feeds, blogroll, AdSence, AdLogger, CSS, PHP, HTML, widgets, trackback, themes, Twitter… Isso tudo combinado com uma certa histeria no mundo da blogosfera: é uma tal de busca por sucesso que não sei não.

Se você, como eu, está com dificuldades, minha amiga, meu amigo, só tem um jeito: chore suas mágoas aí nos comentários. E isso já é uma busca descarada por sucesso. He he… Alguém aí conhece um “personal blog”? É assim que se escreve? De preferência que seja moreno, alto, bonito e sensual. Paga-se bem ;)

26 Novembro, 2007

Ruído de gerações

Arquivado em: Cotidiano — Maisa Vasconcelos @ 10:20 pm

Se o seu filho de 12 anos entrar no carro se esgoelando para soltar isso:

“Antes era garotinhaa apaixonadaa
que me ligava todo diaa preocupadaa
com as coisas que eu faziaa na madrugadaa
mas no fundo, já sabiaa que eu não valia naaaaadaaa”

E ainda por cima perguntar quem está cantando… Pare, pare e pare.
Não responda antes de pensar duas ou três vezes, apele pra São Google, se for o caso, mas nun-ca faça como eu fiz. Imagine que esta mãe do século passado, que sou eu, soltou um:

- Já sei, é o NSix!

No banco do passageiro havia apenas um rosto transfigurado pela decepção. Aí, tentei consertar:

- Aaaah! Claro é Cachorro Doido!

Tóin-óin-óin-óin-óin-óin!

- Tudo bem, mãe, o Nando Reis já chamou de Cachorro Morto. O nome é Cachorro Grande. E a outra é Forfun. Mas aquela tu sabe, né?

- “Diiizééér, o que eu posso diiizééér… lá lá lá lá lá lá”

O domingo que não quer acabar

Arquivado em: Cotidiano — Maisa Vasconcelos @ 1:09 am

É assim. Quando algo é intenso demora a desapregar do juízo. Já é segunda, mas a cabeça continua no melhor do dia que já se foi. Além do estirão de frente pro computador arrumando coisinhas e berimbelos, das brincadeiras com os meninos, do salmão na brasa do almoço, da máscara para salvar cabelos que “parecem uma palha”, do colírio pingado de 4 em 4 horas para curar a conjuntivite, do brownie com sorvete de creme do jantar e do filminho “Batalha”, tema do post anterior, ainda tem a voz nasalizada do Paulo Henrique Amorim ecoando, lembrando que daqui a pouco a maior cidade do país vai parar por causa do trânsito. Parei. Ufa! Sorte que pontos existem. Então, respire para continuarmos.

No site do Domingo Espetacular, Rede Record, não há nada sobre a Reportagem da Semana, exibida neste domingo e que trata do trânsito em São Paulo. Detalhe: as edições anteriores não trazem vídeo das matérias. Como assim? É TV ou é jornal? No blog, o texto que fala da matéria mostra uma imagem retirada do Google. Curioso é que na coluna da direita, uma espécie de prateleira contendo produtos da grade de programação e tentativas de interação com o internauta, há uma montagem pedindo o fim do “monopólio Global”. Fica difícil assim, hein?

Mas, sobre a matéria e tal. Paulo Henrique Amorim continua com um vigor invejável. Fala de forma coloquial sem no entanto apontar para baixo. Sorri um sorriso de asmático, conduz, edita, interfere. Gosto mesmo assim. Informação de sobra para quem quiser parar para pensar e agir. O trânsito repele as pessoas, desintegra, degrada. São Paulo vai parar por causa do trânsito. Eu anotei. Há uma data marcada: 14 de abril de 2012. Para os que vêem em tudo um tom de alarmismo, só mais umas palavras ditas em meio às besteiras domingueiras. Fortaleza precisa aprender antes. Eu e você, precisamos nos libertar da dependência do automóvel. Vou dormir pensando nisso.

25 Novembro, 2007

Batalha: a guerra do vinil

Arquivado em: Internet — Maisa Vasconcelos @ 11:46 pm

Massa! Literalmente. Na base do por acaso, navegando no YouTube, dei de cara com um filminho sensacional do qual nunca na minha vida dentro da bolha tinha ouvido falar. Batalha: A Guerra do Vinil mostra um duelo de DJs num cenário de favela estupendamente bem reproduzido. É uma animação com personagens feitos de massinha, e música e história que pegam de primeira. São apenas cinco minutinhos, que se vê sem pestanejar.

Na verdade, esse é apenas um dos quatro episódios do projeto elaborado e executado pelo estúdio Terpins Greco em co-produção com o Cartoon Network, que exibiu a microssérie durante o mês de setembro. Veja e diga se não é nota dez. “Vamo sacudir, vamo, vamo sacudir!”

23 Novembro, 2007

Santas correntes, Batman!

Arquivado em: Internet — Maisa Vasconcelos @ 3:25 pm

Mais uma para o livrinho. E nem adianta essa besteirinha de querer que chame de meme que não chamo e pronto. A do momento é “5 minutos a mais”. Tô tããão nicissitada! Prova é que faz bem dizer uma existência que o Emílio jogou a bola e nada de resposta.

Veja, não é assim simplezinho tal raciocínio. Minha porção pessimista grita que caso minhas horas tivessem longuíssimos 65 minutos, certamente viveria tão aperreada quanto. E mais, de onde viriam essas gentilezas? Acaso Chronos me quer como refém de sua força devoradora para me dar e tomar em seguida? Seria eu uma escolhida para uma cilada, algo como um toma-lá-dá-cá divino? Ô coisa prolixa!

Tudo bem, vamos encarar essas duas horinhas a mais como um presente dos céus. Sendo assim: em primeiríssimo lugar, dormiria meia hora a mais todo santo dia para compensar meia hora a mais que ficaria acordada; em segundo, aproveitaria uma horinha para caminhadas ao ar livre; em terceiro… Ops! O meu tempo extra acabou. É o que dá não fazer conta de relógios e agendas e tal. E, claro, sem fé é mesmo que nada, né? Mó mentira essa promoção.

22 Novembro, 2007

Zezé di Camargo quer ser avô

Arquivado em: Celebridades — Maisa Vasconcelos @ 11:26 pm

Sempre achei Zezé di Camargo um sedutor, além, é claro, de ser um artista com “a” maiúsculo. Independente de rodar na minha vitrolinha ou não a música que ele faz, tiro meu chapéu de bolinhas vermelhas para a trajetória que construiu desde muito cedo. Gosto ainda do jeito como deixa transparecer o seu amor pela família e até da forma, digamos, mais dura de levar isso adiante. Parece com os muitos anônimos arrimos de família.

Lógico que há tempos essas semelhanças se distanciaram dos outros Josés e Mirosmar da vida, mas dá para perceber o homem simples que está ali. Isso se você não for do tipo fã doente, que tudo que quer é uma lasquinha do ídolo, né. O sucesso é algo esquisito. Coisa maluca ver um monte de gente se espremendo atrás de uma grade só para olhar por alguns segundos para alguém feito da mesma matéria perecível! Oquei, talvez seja mais fácil ter essa opinião quando se está um tantinho mais próximo dessas celebridades, exercendo uma profissão tida como de artista, sei lá.

zeze-di-camargo4-edit.jpgMas Zezé é mesmo um sedutor. Calma, não fui cantada por ele. Que droga! A foto da Larissa Praxedes é que diz isso. Analise e diga se não tenho razão? A entrevista que fiz, a essa altura, já não tem a menor importância nesse relato. Aliás, entrevista antes de show, em camarim, é sempre assim: curta, cheia de assessores em volta lhe lembrando do relógio, sem chance de grandes revelações. Vi ali um homem cansado porém atento, compenetrado. De pertinho pude constatar a vaidade que dizem ter. Maquiado, todo arrumadinho, pele tratada e nitidamente rejuvenescida, aos 45 anos, Zezé di Camargo disse estar preparado para ser avô. Não acredita que isso aconteça agora devido ao momento atual na carreira da filha Vanessa, mas acha que está na hora de ter uma criança em casa. É ou não um sujeito família?

Foto: Larissa Praxedes

21 Novembro, 2007

Um blog para chamar de meu

Arquivado em: Estréia — Maisa Vasconcelos @ 10:59 pm

Há tempos ando com essa vontade besta… Ah! Um bloguinho de anotações só meu. Mas, menina, onde já se viu fundar mais um blog se nem daquele dá conta, criatura? Esse pensamentozinho cretino me persegue a cada tentativa de encontrar uma casinha nova para os meus pensamentos, palavras e atenções. Daqui e dali surgem pretextos para não começar. O encanto não se ausentou, muito pelo contrário, Renato, meu poeta. Mas texto que é bom… nem escuto a zuada da mutuca, blogueira de dedos atados!

13 Novembro, 2007

Hello world!

Arquivado em: Estréia — Maisa Vasconcelos @ 6:21 pm

Welcome to WordPress.com. This is your first post. Edit or delete it and start blogging!

Blog no WordPress.com.