Maísa na Blogosfera

7 Dezembro, 2007

Análise grafológica

Arquivado em: Dicas — Maisa Vasconcelos @ 9:39 pm

Você acredita que a sua letra, num manuscrito, pode representar algo mais do que o seu pensamento? Segundo a Grafologia, através da letra da pessoa, é possível visualizar traços da personalidade, habilidades, diagnosticar doenças e muito mais. Que tal deixar para decidir casar com alguém só depois de um estudo detalhado da letrinha do futuro cônjuge? Diz que tem quem faça assim. Bem mais inusitado do que a utilização da análise grafológica na área de recursos humanos e até mesmo em casos de investigação criminal, eu diria. Mas e quando a pessoa desaprende a escrever? Será que é sinal de mudança de personalidade, de desvio comportamental? Pano pra manga.

Pensando nisso, naveguei. Não fui muito longe, mas encontrei neste site argumentos convincentes que demonstram não haver “fundamento científico de que a grafologia seja capaz de predizer a personalidade de uma pessoa”. Interessante. E também cheguei a este outro que faz análise grafológica, de grátis! Obviedades rasteirinhas.

Mais testes de Grafologia on line: aqui, e aqui. E um curso pago, aqui.

Arquivado em: Cotidiano — Maisa Vasconcelos @ 7:27 pm

Esqueça o teclado!

Não sei você, mas tenho tentado esse exercício e não tem sido fácil. Incrível como nos acostumamos com a ferramenta mais em voga, com a tecnologia da vez. Sou nem louca de cuspir no meu pratinho bem dizer pela metade ainda, mas, sinceramente, me sinto uma Maria-vai-com-as-outras-que-usam-teclado-para-sempre. Um parágrafo e peço penico!

Muito embora o caminho seja exatamente o mesmo, nos últimos tempos, pensar com o teclado tem sido mais fácil, mais rápido. E o som das teclas? Vento de ventilador em noite quente. Se é assim comigo, o que dirão os meninos e meninas nascidos ao som da conexão discada, já com álbum de fotos virtual e tudo mais que a internet trouxe?! Bom, eles nem aí pr’uma “bobagem” dessas, né, afinal até os diários são virtuais. Mas aqui em casa, haja verbo e paciência no dia-a-dia das tarefas escolares. Final de semestre, diante do boletim de notas incrivelmente azuis, há uma única ressalva dos professores: o menino precisa ur-gen-te-men-te melhorar a letra. Pois bem, qual é a fórmula? E não vale receitar o já rejeitado caderno de caligrafia.

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