Maísa na Blogosfera

11 Dezembro, 2007

Calcinha bordadinha, calcinha de redinha…

Arquivado em: Confissões, Cotidiano — Maisa Vasconcelos @ 11:43 pm

Vira e mexe, a calcinha é manchete. Tem a da fulana que apareceu no ensaio da escola de samba, a da cicrana que abaixou pra pegar o cachorrinho e… Tcharam! E ainda tem a daquela que tinha mesmo que mostrar mas a mídia faz um charme, crente que quem lê vai pensar o contrário. Mas bom mesmo é quando uma mais esquecidinha sai de casa sem a peça de baixo. Aí é festa. Para quem fotografa e para quem vende o resultado do clique.

Eu gosto mesmo é do acaso das calcinhas deixadas nos lugares mais inusitados. Veja, isso não é nenhum fetiche nem nada parecido. Gosto de testemunhar a falta de acanhamento das que expõem assim para meio mundo, algo que é objeto de tantos pudores. Na verdade, algo que é para cobrir os pudores. Isso de varal público pode até ser o máximo da modernidade, da libertação do jugo das regras sociais e tal. Só que comigo não funciona. Nam! Tem coisa mais esdrúxula do que saber que aquele alguém, que nunca-jamais-em-nenhuma-circunstância dividiria sua intimidade, tropeçou com os elásticos frouxos da sua calcinha mais folgadinha de dormir? Não, não e não. E talvez por isso tudo, dou o maior valor quando encontro isto:

De todas as cores!

Fiz a foto numa ruazinha do Crato, numa tarde quente a caminho de uma banho de bica. Achei linda a cena. Agora imagine passar diariamente diante da mesma arvorezinha da esquina e um dia dar de cara com ela toda enfeitada de babadinhos! Freada brusca, LG recém-recuperado em punho, registrei para dividir com você :)

Calcinhas na esquina

Cardápio indigesto

Arquivado em: Cotidiano — Maisa Vasconcelos @ 9:38 pm

De mosca a pedaço de dedo, já se viu de um tudo nas histórias de achados infames na comida nossa de cada dia. E hamburguer recheado com preservativo? É demais, né não? Ecaaaaaaa! Valei-me Deus de tanta marmota!

A verdade é que todos têm uma para contar, nem que seja daquele fiozão de cabelo disfarçado de espaguete. Eca, de novo! Para não embrulhar demais o seu estômago, conto uma levezinha. Certa vez aconteceu de achar o gosto da cerveja um tantinho mais adocicado que de hábito. Naquele bar, preferido por 10 entre 10 jornalistas, não podia dar noutra. Findado o último gole, dei de cara com o quê? Ali, apregada bem no fundo copo americano jazia uma pastilha Halls, finiiinha, quase transparente. Ainda bem que não era das pretas, que detesto. Fato é que não morri, mas desde esse dia aprendi que não custa nada dar uma espiadinha antes de entornar a cerveja. E quem quiser que conte outra.

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